Este título me faz lembrar uma sugestão camarada, um
documentário que mudou minha visão da mídia.

Não, queremos saber.
Se
uma vírgula mudou o sentido da frase acima, imagine o que matérias incompletas
fazem com o senso comum. Veja o que está acontecendo hoje na Grécia, por
exemplo, o país passa por ajuste fiscal semelhante ao que se implantou no
Brasil, porém lá o povo pode falar sua opinião, sim ACREDITEM o povo será
ouvido, com um plebiscito popular, também semelhante ao que correntes de
esquerda tentam implantar no Brasil, mas posso apostar que você nunca ouviu
falar disto, não é mesmo?! Você deve estar se perguntando: “É de comer? ”rs.
Sim, existe uma chamada! Há um plebiscito popular no Brasil, porém como não
interessa à grande imprensa não é informado em horário nobre. Chegamos então ao
ponto da questão: Por que as emissoras só mostram o que lhe interessa? Vamos
usar o exemplo da Grécia novamente, o que você leu no jornal sobre a Grécia?
Aposto que foi a seguinte matéria: “Filas Quilométricas nos bancos gregos” ou
ainda “ Os temores dos aposentados”, mas ai eu te pergunto: Por que não falaram
do Plebiscito? Por que não citaram que o povo terá vez e voz? A resposta é
simples, imagine uma imprensa formadora de massas, citando que na Grécia o povo
pode escolher o Ajuste Fiscal, pode “resistir”. Eu, você, todos nós ficaríamos
indignados, iriamos reagir, não iriamos simplesmente aceitar, como fazemos
hoje. Entendeu?
Os grandes jornais, as grandes emissoras, em especial a Rede Globo, dona de diversas outras emissoras pequenas, teoricamente perderam um pouco seu monopólio com a implantação da internet, o livre acesso a informação. Muitas pessoas, inclusive eu, por muitos e muitos anos, assistiam a todo aquele repertório magnifico da Globo, com seus horários estratégicos, para fazer com que você inconscientemente propague as “besteiras” informadas.Com o livre acesso à informação, as pessoas desligaram à televisão, foram transportadas à frente de outro monitor: o computador. Foi tudo lindo, maravilhoso, as pessoas podiam estar aonde quisessem com apenas um clique, poderiam conhecer, pesquisar, se aprofundar em qualquer assunto, mas o que aconteceu? O Facebook virou febre, no mal sentido da palavra. Virou “formador de opinião”. O foco saiu da TV e foi para internet, dando voz às pessoas que não sabem falar. Pessoas que continuam a repassar, repassar, repassar, sendo assim: passadas para trás. Pessoas que não pesquisam as fontes ou ainda pessoas que não tem fonte alguma.
Os grandes jornais, as grandes emissoras, em especial a Rede Globo, dona de diversas outras emissoras pequenas, teoricamente perderam um pouco seu monopólio com a implantação da internet, o livre acesso a informação. Muitas pessoas, inclusive eu, por muitos e muitos anos, assistiam a todo aquele repertório magnifico da Globo, com seus horários estratégicos, para fazer com que você inconscientemente propague as “besteiras” informadas.Com o livre acesso à informação, as pessoas desligaram à televisão, foram transportadas à frente de outro monitor: o computador. Foi tudo lindo, maravilhoso, as pessoas podiam estar aonde quisessem com apenas um clique, poderiam conhecer, pesquisar, se aprofundar em qualquer assunto, mas o que aconteceu? O Facebook virou febre, no mal sentido da palavra. Virou “formador de opinião”. O foco saiu da TV e foi para internet, dando voz às pessoas que não sabem falar. Pessoas que continuam a repassar, repassar, repassar, sendo assim: passadas para trás. Pessoas que não pesquisam as fontes ou ainda pessoas que não tem fonte alguma.
Temos que nos conscientizar, temos que ser donos dos meios
de comunicação. Nós! Desde o padeiro que
acorda cedinho, a empregada doméstica, o doutor, o médico, o “peão”, todos
devemos ter vez e voz. Merecemos saber a verdade, agora! Pra ontem!